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quinta-feira, agosto 25, 2005

Abaixo a tecnologia...



Mas que raio... E eu que normalmente até sou porta-estandarte das tecnologias, e que falo de alto de gadgets e gizmos, acessoriozinhos, e piadisses electrónicas... Eis-me a falar mal de algo que sinceramente me tira do sério. Pior! Que me faz fazer figuras de palhaço!!!

Bem, primeiro gostaria de contextualizar a minha reclamação assertiva. E faço-o porque desconheço se este é somente um mal Masculino, ou se também as Sras. vivênciam a mesma dificuldade: Falo daqueles aparelhometros que polulam nas casas-de-banho dos restaurantes e bares...Aqueles que controlam o tempo durante o qual a luz deve estar acessa!


1º Sempre reprovei que a tecnologia de ponta deva estar disponivel ao comum dos mortais. Porque carga-d'água na mais reles, ranhosa, e conspurcada casa de banho há de existir uma porra destas?

2º Quem se julgam os senhores que programam aquilo? Porque hei-de eu estar condicionado a 1 minuto e 20 segundos de imobilidade?

3º Será que sou eu que estou errado? As outras pessoas são mais rápidas? Abanam-se mais?

:.

E isto leva-me à solução, nem sempre simples ou elegante, de ter de andar a abanar os braços feito estúpido para que aquilo acenda. E à parte arripilante de poder entrar alguém que tente perceber por que raio é que eu estava à escuras! E quando há espelhos incluídos? - Pior do que fazer figuras de parvo é ter de ME VER a fazer figuras de parvo...

Sinceramente acho que a versão anos oitenta (o belo do interruptor) até funcionava
bem... para quê complicar?

1 Comments:

Blogger Lacsivort said...

Nem de propósito! Não é que me instalaram uma porcaria dessas no escritório?! Eu ainda percebo a instalação dos sensores em locais públicos, como cafés ou restaurantes. Nesses locais, os proprietários arriscam-se a ter a luz acesa o dia todo e, assim, aumentar radicalmente a sua conta de electricidade (se entrar numa casa de banho pública e a luz estiver acesa, não se vai lembrar de procurar o interruptor quando sair, pois não?). Mas, NO ESCRITÓRIO?! Daquela casa de banho sevem-se, no máximo (quando não está ninguém de férias) 8 pessoas. Acho que conseguiamos ter todos um bocadinho de atenção e apagar a luz...

8:08 da tarde, setembro 08, 2005  

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